Pesquisar este blog

Páginas

terça-feira, 12 de abril de 2011

'É um prazer superar os Rolling Stones', diz Bono sobre recorde


A banda irlandesa U2 bateu recorde de bilheteria para uma turnê com os shows em São Paulo do fim de semana. Depois do show de domingo, em São Paulo, a turnê “360°” superou os Rolling Stones, passando a ter a maior bilheteria de todos os tempos, com mais de US$ 558 milhões arrecadados.

“É uma coisa maravilhosa. O que faz da gente um verdadeiro artista é a performance ao vivo. Além do que, é um prazer superar os Rolling Stones. Vou ligar para o Mick Jagger e dizer: ‘Olá!’ Eles abriram o caminho. Estamos levando isso a outro nível”, disse Bono, líder e vocalista do U2, em entrevista exclusiva.

Ele também fez elogios ao país. “O Brasil sempre foi conhecido pelo futebol e pelo carnaval. Agora, conhecemos o Brasil, que é um gigante econômico, um país inovador”, conta.

O palco do show, com 50 metros altura, mais parece uma nave espacial. É o maior já projetado para um espetáculo. Só a estrutura do palco dessa nova turnê do U2 pesa 280 toneladas.
Nele o U2 levou os fãs ao delírio. Durante a apresentação, imagens e efeitos tomam conta de um impressionante telão circular.
O show de sábado (9) teve um momento emocionante. Bono lembrou as vítimas do massacre da escola de Realengo, no Rio de Janeiro. Ele pediu que todos acendessem isqueiros e celulares. As luzes do estádio foram apagadas e, no telão circular, surgiram os nomes das 12 crianças mortas.

“É uma violência indiscriminada, de partir o coração. Se você tem crianças, você pensa sobre isso. Tentamos explicar o inexplicável e o inaceitável”, disse Bono sobre a tragédia.

Fonte: Do G1

domingo, 10 de abril de 2011

Congresso suspende autorizações e renovações de outorgas de rádio e TV



As comissões de Ciência e Tecnologia da Câmara e do Senado suspenderam temporariamente a apreciação de processos para autorização e renovação de outorgas de rádio e TV. A medida foi tomada nesta quarta-feira (6), em resposta a reportagens publicadas pelo jornal Folha de S. Paulo sobre irregularidades em concessões.  Ambas as casas vão convocar audiência pública e realizar estudos para adotar medidas que possam coibir distorções nos processos.
O senador Eduardo Braga (PMDB-AM), presidente Comissão de Ciência e Tecnologia no Senado, disse em nota que determinou a suspensão dos processos "até que os membros da comissão possam ter certeza de que não há irregularidade na documentação dos candidatos".
No Senado, os parlamentares aprovaram ainda um requerimento para que seja realizada uma audiência pública sobre o assunto. Além disso, decidiram criar um grupo de trabalho que apresentará proposta em 15 dias com critérios para votações de outorgas . O grupo será formado pelos senadores  Aloysio Nunes, Walter Pinheiro (PT-BA) e Valdir Raupp (PMDB-RO).
Em nota, o presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia na Câmara deputado Bruno Araújo (PSDB-PE),  disse que solicitou à Consultoria Legislativa da casa um estudo para orientar as decisões do colegiado. “O resultado do trabalho será discutido na próxima semana com representantes de todos os partidos na Comissão para que as lideranças possam decidir, em conjunto, que medidas serão adotadas para o andamento desses processos”, disse Araújo.
 Assessoria de Comunicação da Abert

terça-feira, 5 de abril de 2011

Congresso em São Paulo debaterá negócios e tecnologia em rádio

josealencarinternoBanner do evento 
Entre 17 e 19 de maio, São Paulo vai sediar a primeira edição do BrasilRádioShow, Congresso & Exposição de Equipamentos e Serviços. O evento terá a participação de publicitários, acadêmicos e empresários para debater tecnologias e novos modelos de negócios para o rádio. A idéia é aproximar profissionais de publicidade e anunciantes e pensar em alternativas para ampliar a participação do rádio no bolo publicitário nacional.
 Serão debatidos temas relacionados a marketing, gestão de negócios, automação, digitalização, streaming e banda larga. Em paralelo às palestras, haverá uma feira com as últimas novidades em tecnologia de rádio. O congresso é promovido pela Embrasec Editora & Eventos em parceria com a AES Brasil e a Francal Feira.
Mais informações no site www.embrasec.com.br/brasilradioshow
FOnte :abert

sexta-feira, 18 de março de 2011

Rádio americana diz ter encontrado a fórmula secreta da coca-cola

Canela, laranja, limão, coentro e noz moscada. Esses seriam alguns dos ingredientes secretos da coca-cola, protegidos por mais de um século, até um programa de rádio norte-americano anunciar ter encontrado a receita completa da bebida mais famosa do mundo.

"Eu não estou brincando", afirmou o radialista Ira Glass no começo da edição do "This American Life" da última sexta-feira. "Um dos segredos industriais mais famosamente bem guardados neste planeta: eu tenho bem aqui e vou ler para vocês".


A descoberta, segundo os jornalistas do programa, não foi fruto de um vazamento de informação ou de espionagem industrial: a receita estava na página 2B da edição de 18 de fevereiro de 1979 do "Atlanta Journal-Constitution", em uma matéria especial sobre a história da Coca-Cola.

O artigo recebeu pouca atenção na época, mas isso porque ninguém teria se dado conta de que a fotografia utilizada para ilustrar o texto era de uma cópia manuscrita da receita original de John Pemberton, o farmacêutico que criou a bebida, anotada por um amigo em um livro de receitas de remédios que passou de geração em geração em sua família até chegar ao jornal.

Examinando a fotografia, os produtores do programa chegaram à conclusão de que a receita original da coca-cola seria composta por:

Extrato de coca
Ácido cítrico
Cafeína
Açúcar
Água
Sumo de limão
Baunilha
Caramelo

E para o aditivo de sabor secreto conhecido como "7X":

227 ml de álcool
20 gotas de óleo de laranja
30 gotas de óleo de limão
10 gotas de óleo de noz moscada
5 gotas de óleo de coentro
10 gotas de óleo de flor de laranjeira
10 gotas de óleo de canela

Essa seria a composição desenvolvida de modo quase acidental pelo farmacêutico Pemberton na década de 1882 enquanto manipulava ingredientes em busca de um remédio para dor de cabeça. O xarope resultante acabou ganhando outro rumo: era misturado a água gasosa e vendido como refrigerante.

Alguns anos depois, ele vende a "Coca-Cola Company" para Asa Candler, que inaugura o mistério sobre a composição da bebida. Ele seria o responsável por retirar até os rótulos dos ingredientes na fábrica, para que nem os empregados descobrissem seu segredo.

Procurada pelo reportagem do site UOL , a "Coca-Cola Brasil" disse que não iria se posicionar sobre a divulgação desta suposta receita. No site oficial da companhia, a seção dedicada a "ingredientes dos refrigerantes" diz apenas: "Os principais ingredientes dos refrigerantes estão listados nos rótulos. Além disto, os rótulos devem trazer informações nutricionais especificando a quantidade de calorias, carboidratos e outros componentes. A Coca-Cola respeita e atende todas as normas referentes à rotulagem de alimentos e bebidas."

Atualmente, no rótulo da bebida, se lê: "água gaseificada, açúcar, extrato de noz de cola, cafeína, corante caramelo IV, acidulante INS 338 e aroma natural".


Fonte: UOL.

Brasil avalia mudanças no regulamento internacional de radiocomunicação


O Brasil apresentou na Reunião Preparatória para a WRC – Word Radio Conference (Conferência Mundial de Radiocomunicação) dois documentos em que analisa possíveis conseqüências na alteração do regulamento internacional de radiocomunicação, o chamado Radio Regulations (RR). O encontro ocorreu mês passado, em Genebra, na Suíça, e reuniu representantes do setor público e privado de diversos países para discutir assuntos técnicos e de regulação do setor de telecomunicações, incluindo o da radiodifusão.
O documento apresentado pelo Brasil analisa a inclusão de novas regras no RR que regulem a atribuição de novas faixas de freqüências a diferentes serviços. Sobre este assunto, outros países como Holanda, França, Canadá, Suécia e Estados Unidos também apresentaram sugestões. “O Brasil acredita que novas resoluções no RR não vão assegurar a compatibilidade de atribuição de faixas de freqüências nos países. Para isso são necessários profundos estudos para não haver interferências entre os serviços”, explica um dos integrantes da delegação brasileira e diretor de Tecnologia da Abert, Ronald Siqueira Barbosa.
Por outro lado, de acordo com o texto, novas regras poderão levar a padronização das normas para as faixas de freqüências.  Isso poderia aumentar a disponibilidade de serviços, a produção de equipamentos e, ao mesmo tempo, diminuir seus custos. “A discussão está aberta até a conferência mundial de 2012”, afirma Barbosa. O Brasil esteve representado também por integrantes do Ministério das Comunicações e da Anatel.
Para a delegação brasileira, formada por representantes do Ministério das Comunicações, da Anatel e da Abert, é desnecessária a inclusão de um capítulo para regular esses serviços. O RR já é flexível o suficiente para abrigar regras que disciplinem novos serviços, na medida em que surgem as novidades tecnológicas. O RR é o principal documento que reúne as resoluções e recomendações para a prestação de serviços de telecomunicações em nível internacional. As normas são feitas com base nas decisões dos países nas conferências mundiais de radiocomunicações, as WRCs.
O outro documento apresentado pela delegação brasileira na pré-conferência diz respeito à emissão de sinais de equipamentos de curto alcance ou chamados de radiação restrita, como os microfones e cartões para controle de tráfego em pedágio. Para o Brasil, a regulação e a certificação desses dispositivos deve ficar a cargo de cada país. Dessa forma, também não seria necessária a inclusão de novas regras no RR para esse tipo de serviço. 
O serviço de radiocomunicação cognitivo foi outro item discutido na pauta da pré-conferência. Os dispositivos são capazes de identificar espaços ociosos no espectro radioelétrico para acomodar diversos serviços. Alguns países como China e Japão já testam plataformas desse tipo. No Brasil, o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) estuda a criação de uma plataforma em parceria com a Microsoft. “É preciso, no entanto, muita informação para saber como proteger de possíveis interferências dos novos serviços que utilizam o espectro, serviços essenciais para a população,
fonte Abert

quinta-feira, 10 de março de 2011

Grupo Estado anuncia as mudanças nas emissoras.


O Grupo Estado e a ESPN, que vêm se posicionando como grupos de
comunicação que diversificam o conteúdo em multiplataformas e de acordo com seus objetivos estratégicos de inovação, comunicam oficialmente o lançamento da Rádio Estadão ESPN, fruto da ampliação da parceria que as empresas mantêm desde 2007. Diante do sucesso nas transmissões das jornadas esportivas da Rádio Eldorado/ESPN, que resultaram em dois
prêmios da Associação Paulista de Críticos de Arte, em 2007 e 2010, o acordo comercial e de fornecimento de conteúdos que as empresas vinham mantendo será ampliado.
A Rádio Estadão ESPN terá o formato all news e esportes, sob responsabilidade editorial do Grupo Estado. A parceria com a ESPN, agora ampliada, inclui o fornecimento de conteúdos esportivos. Este canal será transmitido em FM 92,9 e AM 700, em São Paulo, e também por uma rede de emissoras afiliadas em todo o Brasil. A ampliação da parceria também inclui a hospedagem no Brasil do site da ESPN. (www.espn.com.br) no portal
estadao.com.br.

Oito países das Américas iniciaram transição do rádio analógico para o digital

O processo de transição do sinal analógico para o digital de rádio está mais adiantado em oito dos 37 países das Américas e do Caribe. As experiências de transmissão em sinal digital estão em curso, por exemplo, no Brasil, no Canadá, na Jamaica, no Panamá, na República Dominicana e em Trindade. Os Estados Unidos, que detêm a tecnologia HD Rádio, é o país mais avançado do processo: já têm 2,2 mil rádios comerciais operando no sistema e 4 milhões de receptores recebem o sinal.
 Já o México aprovou na semana passada projeto que define o padrão de rádio digital no país. A Comissão Federal de Telecomunicações (Cofetel) escolheu o sistema norte-americano HD Rádio. De acordo com a comissão, a capacidade de transmissão dos sinais analógico e digital em um mesmo canal e a operação comercial consolidada do HD Rádio nos Estados Unidos, foi um dos fatores que pesaram na decisão. A proposta ainda será levada a consulta pública.
O Brasil ainda aguarda definição do governo, que decidirá qual sistema será adotado para a transição tecnológica. No entanto, algumas emissoras brasileiras já transmitem em caráter experimental programação com a nova tecnologia, seja na tecnologia HD Rádio ou DRM.
Das tecnologias existentes para a digitalização do rádio, apenas duas atendem as exigências do governo brasileiro, que determinou a transmissão do sinal na mesma faixa de freqüência e no mesmo canal, tecnologia mais conhecida pela sigla em inglês IBOC - In Band on Channel. Isso quer dizer que quando o rádio brasileiro for digitalizado não será necessário alocar novas freqüências, assim como foi feito com a televisão digital. Estas duas tecnologias são o padrão americano HD Rádio e o sistema francês chamado de DRM.
“Em síntese, deve-se dizer que ambas as tecnologias (DRM e HR Rádio) têm semelhanças, entretanto, deve-se ressaltar que o HD Rádio já está em operação há cerca de 8 anos em emissoras comerciais e o DRM ainda não tem aplicações comerciais”, explica o diretor-geral da Abert, Luis Roberto Antonik.
Vantagens  - Uma das vantagens do rádio digital é o ganho na qualidade do áudio. No sinal AM esse ganho é mais perceptível, embora o desenvolvimento da tecnologia tenha se mostrado mais difícil nesta faixa que no FM. Uma rádio que opera em AM, por exemplo, pode ser ouvida com qualidade de FM e as rádios em FM transmitem com qualidade de CD. O sistema digital também pode receber textos e imagens. Além disso, um único canal de radiofreqüência de uma mesma rádio FM tem capacidade para transmitir até três outras programações diferentes, o chamado multicasting.

A rádio Cultura HD, de Uberlândia (MG), opera em sinal digital com tecnologia HD Rádio desde setembro de 2009. A emissora conseguiu importar 1,5 mil aparelhos de rádio digital para veículos e fez parceria promocional com concessionárias para a instalação desses equipamentos em carros. A emissora transmite três programações diferentes num mesmo sinal e realiza promoções diferenciadas para cada programação
Fonte:Associação Brsileira de Rádio e TV.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Comissão do México aprova padrão IBOC para implantação de rádio digital no país


A Comissão Federal de Telecomunicações do México (Cofetel) aprovou projeto para adoção do sistema IBOC (In Band on Channel) de rádio digital no país. De acordo com a comissão, a capacidade de transmissão dos sinais analógico e digital em um mesmo canal, um diferencial do modelo norte-americano, foi um dos fatores que pesaram na decisão. Outro motivo da escolha é que “o sistema possibilita que as emissoras AM e FM aproveitem os canais de transmissão de forma mais eficiente”. A proposta ainda será colocada em consulta pública.
A Associação Internacional de Radiodifusão (Air), que representa mais de 17 mil emissoras de rádio e de TV nas Américas, na Ásia e na Europa, elogiou a decisão. Em nota, a entidade afirmou que “este é um passo importante para o México”. A associação também disse que apoiou a adoção de um sistema que possibilite a transição do sinal analógico para o digital de forma paulatina, “sem deixar de atender aqueles que seguirão recepcionando os sinais analógicos”.
O Brasil ainda não definiu qual sistema vai adotar para a implantação do rádio digital. No início de 2010, o governo criou o Sistema Brasileiro de Rádio Digital, cuja finalidade é a de adotar um padrão que promova a utilização eficiente do espectro de radiofreqüências, dentre outras funções.
Em 2008, a Abert contratou o Instituto Mackenzie para elaborar metodologia e realizar testes do padrão digital IBOC em emissoras brasileiras. O relatório final concluiu que o sistema norte-americano se adapta às transmissões de rádio AM e FM, com grande qualidade de áudio, mesmo quando transmitido por emissoras de baixa potência. Os testes foram desenvolvidos nas cidades de Belo Horizonte, Ribeirão Preto e São Paulo, sob a coordenação da Abert e o acompanhamento Ministério das Comunicações e da Agência Nacional de Telecomunicações(Anatel).
fonte Abert

Fabricante projeta demanda por 5 mil transmissores até 2014

 
Pelo menos 70% da população brasileira deve ter acesso ao sinal de TV digital até a próxima Copa do Mundo. As emissoras das cidades pequenas com mais de 50 mil habitantes estão se movimentando para poder transmitir em alta definição até a próxima edição do mundial de futebol. Segundo Júlio Prado, diretor comercial da Screen Service, neste primeiro bimestre cresceu o número de emissoras de pequeno porte pedindo informações sobre equipamentos de transmissão.
"Todos os que nos procuram apontam a necessidade de se preparar para as transmissões digitais antes da Copa, em 2014", explica.

Segundo o executivo da fabricante de transmissores, até o início de 2014, o mercado deve instalar pelo menos 5 mil transmissores de TV digital. A expectativa da empresa,
Fonte:Tela Viva

Mercado de rádios comerciais FM cresce 36% em cinco anos


O mercado rádios comerciais FM cresceu 36% nos últimos cinco anos. Em 2005, o total de emissoras outorgadas era de 1.915 e, em 2010, alcançou a marca de 2.602. No mesmo período, as receitas do rádio cresceram 18,5% em termos reais (crescimento total  menos a taxa de inflação). A análise histórica do período de 10 anos revela números ainda mais expressivos: a quantidade de emissoras FM passou de 1.322 em 2000 para 2.602 em 2010, um aumento de 97%.
Os dados fazem parte do estudo Tudo o que você precisa saber sobre rádio e televisão – licenças, outorgas, taxa de penetração, receitas e receptores, divulgado pela Abert. A pesquisa, consolidada pela entidade, traz os indicadores mais recentes do setor divulgados pelas principais instituições de pesquisa e órgãos oficiais do país.
Entre 2009 e 2010 o aumento do setor comercial de rádio FM foi de 7,3%. Já a quantidade de rádios comerciais AM cresceu de forma mais discreta nos últimos cinco anos. De 2005 a 2010 foram outorgadas 79 emissoras. Somando as rádios comunitárias (4.193) e as rádios educativas (465), o setor de rádio no Brasil alcança marca de 9.184 emissoras.
O dado mais recente sobre a taxa de penetração do rádio no país (2009) mostra que 87,9% dos domicílios brasileiros têm rádio. Esse índice pode ser ainda maior por conta  das novas mídias como Ipod’s e celulares que agregam o serviço,
Rádios menores são maioria - O estudo também revela que as pequenas rádios são maioria no país. As rádios de potência de 1KW, por exemplo, representam mais de 50% do total de rádios AM, em populações com até 150 mil habitantes. A mesma tendência vale para as rádios FM. Somando rádios comerciais e comunitárias, as emissoras de potência menor ou igual a 10KW representam 96% do total das emissoras.
As taxas de penetração do rádio por região mostram um índice mais elevado na Região Sul, com 93,4%, e o menor é da Região Norte, com 75,6% de casas com aparelhos. Na área rural, 17,7% dos municípios brasileiros não têm acesso ao serviço. Os dados revelam que algumas regiões do país sofrem uma realidade de exclusão social e que a radiodifusão continua com potencial para expandir e alcançar a população excluída.
Fonte:abert